Como vacinar um cachorro em casa

A experiência dos criadores sugere que as situações variam, e hoje discutiremos como vacinar seu cão em casa, o que você precisa saber e o melhor lugar para administrar a vacina.

Vacinação em casa: prós e contras

Antes de discutirmos as vantagens e desvantagens do procedimento inferior, é importante esclarecer que cada dono de animal de estimação tem três opções à sua escolha:

  1. Vacinação de um animal de estimação em uma clínica veterinária.
  2. O procedimento é realizado por um médico veterinário em domicílio.
  3. Autovacinação com medicamento adquirido em farmácia veterinária.

Como vacinar um cachorro

As vantagens da segunda opção são inegáveis: não há necessidade de levar um filhote pequeno e frágil a uma clínica, onde animais doentes são levados diariamente (incluindo aqueles infectados com as mesmas doenças contra as quais a vacina foi criada para proteger). Naturalmente, esse serviço custará mais do que a vacinação presencial.

Ao considerar a terceira opção, vale a pena levar em conta os seguintes fatores importantes:

  • Ao viajar para o exterior, essa vacinação não será levada em consideração., visto que não haverá carimbo da clínica veterinária confirmando o procedimento ao lado dos comprovantes de vacinação colados no passaporte.
  • Ao assumir a responsabilidade pela vacinação, é preciso saber como preparar um filhote para a primeira dose da vacina, onde aplicar a injeção, como injetar a vacina em um cão e quais as possíveis consequências.
  • As vacinas modernas exigem o cumprimento rigoroso das normas de armazenamento e transporte.
  • As vacinas podem causar reações alérgicas e, se esta for a primeira dose do filhote, é impossível prever. Um veterinário está preparado para ajudar o filhote nessa situação, mas os donos muitas vezes ignoram a possibilidade de um efeito colateral tão perigoso.

Quando a vacinação é indicada?

A vacinação é uma medida preventiva obrigatória destinada a manter a saúde do animal. Ela protege o organismo dos efeitos nocivos dos microrganismos mais perigosos, que podem levar à morte do animal de estimação.

  • paramixovírus (agentes causadores da peste dos carnívoros);
  • coronavírus, rotavírus, parvovírus (agentes causadores de enterite viral);
  • vírus da parainfluenza;
  • vírus da hepatite;
  • bactérias do gênero Leptospira (patógenos da leptospirose);
  • Vírus da raiva.

Importante! O mais seguro é confiar o tratamento do seu animal de estimação a um profissional qualificado. Em casa, principalmente se você não tiver experiência, poderá prejudicar seu cão.

A vacina não oferece 100% de garantia de proteção contra esses agentes infecciosos, mas se o cão for exposto à doença, ele não ficará doente ou apresentará uma forma mais leve da doença. Após a introdução de um agente infeccioso atenuado, o organismo desenvolve imunidade à doença, o que ajuda a prevenir complicações graves. Além disso, a probabilidade de infecção é significativamente reduzida.

Um pequinês é vacinado.

Cães filhotes com quatro semanas de idade ou mais, assim como cães adultos que não foram vacinados anteriormente, devem ser vacinados. Todas as vacinações são registradas no passaporte do cão, indicando as datas e as dosagens.

Nota: Em muitos países, a vacinação é um requisito obrigatório para manter um animal de estimação.

Calendário de vacinação

Os filhotes recebem sua primeira vacinação completa entre 8 e 9 semanas de idade. Nessa fase, a imunidade transmitida pela mãe começa a diminuir e é hora de ativar o próprio sistema imunológico. Normalmente, a primeira vacinação requer uma dose de reforço (uma ou duas doses, dependendo da vacina utilizada).

Importante! Uma segunda dose da mesma vacina é administrada com um intervalo de 4 semanas.

O cão precisa ser vacinado anualmente. O ideal é vacinar o animal no mesmo mês, mas os veterinários permitem um ligeiro escalonamento do calendário de vacinação, se necessário. Caso a dose anual seja esquecida, a imunidade não será mantida e serão necessárias duas doses da vacina, com um intervalo de quatro semanas (como na fase de filhote), para restabelecê-la.

A maioria dos calendários de vacinação recomenda a administração da vacina antirrábica aos 12 semanas de idade, com doses subsequentes repetidas uma vez por ano.

Regras de vacinação

Para realizar esse procedimento, o ideal é consultar um veterinário, que poderá orientá-lo sobre a escolha correta da vacina, seus componentes, dosagem e esquema de administração. Caso isso não seja possível, você precisará vacinar seu cão por conta própria.

A regra mais importante e fundamental para administrar uma vacina é que seu animal de estimação deve estar saudável. Portanto, recomenda-se consultar um veterinário que possa realizar um exame completo no seu cão.

A segunda regra é a desparasitação e eliminação de pulgas e carrapatos. A pelagem do animal, se necessário, é tratada com inseticidas específicos. A desparasitação é realizada de acordo com o seguinte protocolo:

  1. Administração de um medicamento anti-helmíntico.
  2. Após duas semanas, repita a administração do vermífugo.

A vacinação é então realizada da seguinte forma:

  • A vacinação deve ser feita duas semanas após a segunda dose do anti-helmíntico.
  • Revacinação após 21 dias.

O cachorrinho está sendo vacinado.

A terceira regra inclui a quarentena antes e depois da vacinação. É essencial limitar ao máximo o contato do cão com outros animais e até mesmo com pessoas. Evite passeios em parques públicos ou áreas de treinamento. Se um filhote estiver passando pelo procedimento, o ideal é mantê-lo dentro de casa durante todo o período.

Contraindicações:

  • a presença de qualquer doença;
  • exaustão profunda;
  • invasão helmíntica;
  • dentição em filhotes;
  • corte de orelhas (a vacinação não é administrada duas semanas antes e depois da cirurgia estética);
  • período de gravidez e lactação.

Administração de vacinas

Se a vacinação for administrada em uma unidade de saúde, o proprietário não precisa se preocupar com o transporte e armazenamento do medicamento. As clínicas geralmente adquirem vacinas de empresas farmacêuticas conceituadas. A equipe deve seguir rigorosamente os requisitos de armazenamento e os prazos de validade do medicamento.

Ao comprar uma vacina por conta própria, é melhor se familiarizar com os métodos adequados de transporte com antecedência. Você pode encontrar essas informações na bula online ou perguntar na farmácia onde irá comprá-la. Se manuseada incorretamente, a vacina perderá rapidamente sua potência e se tornará ineficaz.

A vacina nas mãos de um médico.

Será necessária uma bolsa térmica para o transporte. Portanto, é preciso preparar uma com antecedência e congelar o elemento refrigerante. Em casa, o medicamento deve ser armazenado na geladeira.

Após a primeira vacinação, guarde a embalagem do medicamento, pois na revacinação será necessário usar exatamente o mesmo remédio.

Você pode autoadministrar qualquer vacina, exceto a antirrábica. Esta última só pode ser administrada em uma clínica veterinária, e uma anotação especial é feita no passaporte do animal. Como a doença é particularmente perigosa tanto para animais quanto para humanos, ela recebe atenção especial. As informações sobre o procedimento são compiladas em um registro específico e transmitidas ao serviço estadual de controle de animais.

Como vacinar um cachorro

Você pode vacinar seu cão em uma clínica veterinária, solicitar a visita de um especialista em sua casa ou realizar o procedimento por conta própria. É altamente recomendável que o procedimento seja feito sob a supervisão de um veterinário na primeira vez, para esclarecer todos os detalhes sobre como lidar com seu animal de estimação.

Para vacinar um cão em casa, você precisará de:

  1. Um frasco de vacina.
  2. Seringa estéril descartável.
  3. Luvas médicas;
  4. Termômetro.
  5. Creme para bebês ou outro lubrificante.
  6. Lenços umedecidos com álcool.
  7. Um auxiliar que irá conter o animal.

Procedimento

Antes da injeção, a temperatura do cão deve ser medida retalmente com um termômetro. Deve-se usar lubrificante para facilitar a inserção. Considera-se uma temperatura normal entre 37 e 39 °C.

Primeiro, você precisa ler atentamente as instruções do medicamento.

Algoritmo de ações:

  1. Desinfete as mãos.
  2. Aspire o diluente para dentro da seringa e despeje-o no frasco que contém o componente seco da vacina.
  3. Agite bem até que toda a fração seca esteja dissolvida.
  4. Aspire a solução preparada para dentro de uma seringa.
  5. Aplique uma injeção (leia abaixo para descobrir onde é melhor vacinar um filhote).

Vacinação para cães

Nota: Se for utilizada uma vacina com vírus vivo atenuado, não desinfete o local da injeção com álcool (álcool, etc.). Isso pode reduzir a sua eficácia.

Onde aplicar a vacina

Para a administração de diferentes tipos de vacinas, subcutâneas ou método de administração intramuscularA maioria das vacinas antivirais combinadas usadas anualmente são administradas por via subcutânea, enquanto a vacina antifúngica é administrada por via intramuscular.

Assim, para a questão de onde vacinar um filhote de 2 meses de idade, só existe uma resposta: na cernelha (por via subcutânea).

Para obter mais informações sobre como administrar uma vacina subcutânea em cães, consulte este link. vídeo:

O adesivo do frasco usado deve ser colado no passaporte do cão. Também é necessário anotar a data do procedimento e programar um lembrete para a dose de reforço (em 21 dias). Nos próximos 10 a 14 dias, o cão deve permanecer dentro de casa para evitar contato indesejado. Durante esse período, ele pode sentir um leve desconforto.

Efeitos colaterais

Muitos donos acreditam saber como vacinar seus cães corretamente, mas estão completamente despreparados para os possíveis efeitos colaterais que surgem com a vacinação.

Após a administração da vacina, o corpo começa a desenvolver imunidade (assim como aconteceria se fosse realmente exposto ao patógeno). Portanto, sintomas como os seguintes são considerados normais:

  • letargia e sonolência;
  • Dor no local onde o cão foi vacinado;
  • ligeiro aumento de temperatura.

Os motivos para contatar um veterinário incluem sintomas como diarreia ou vômito recorrentes.

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