Três histórias reais sobre gatos que se curam
Dando continuidade ao artigo sobre como os gatos se curam, gostaria de acrescentar mais alguns pontos. histórias Sobre os nossos gatos. Os gatos são considerados há muito tempo especialistas em medicina alternativa. Acredita-se que eles possuam o dom de detectar doenças e tratá-las com sucesso. Esses curandeiros, com um sentido que nos é incomum, conseguem sentir a presença de seus donos a qualquer momento.
Se você pensa que ela se viu à porta ao ouvir o som da chave girando na fechadura, então está redondamente enganado.
Se houver testemunhas na casa, pergunte quando a gata se sentou em frente à porta. Elas dirão que, antes mesmo de você entrar no prédio, ela já estava lá, imóvel em uma pose expectante. Isso sim é uma verdadeira vidente.
Através dos relatos dos donos desses animais maravilhosos, é possível observar como o gato desempenha um papel fundamental na recuperação. Tenho três histórias desse tipo para contar a vocês.

Histórias da vida: minha avó
Minha avó sofre de hipertensão há muito tempo. Sua mesa de cabeceira está repleta de um enorme armário de remédios, caixas de ervas, frascos de tinturas e uma pilha de revistas com remédios caseiros. Na minha próxima visita, encontrei-a sentada na cozinha, tomando chá. Uma cena familiar, não fosse o gato. Não tenho certeza se a posição era confortável para dormir.
Ela roncava tranquilamente no ombro da avó, com o focinho apoiado nas patas dianteiras. O travesseiro, porém, era a cabeça da idosa. Fiquei surpreso ao saber que a avó não usava um monitor de pressão arterial há muito tempo. A necessidade havia desaparecido naturalmente quando a gata adquiriu o hábito de descansar em sua cabeça.
A história do meu avô
Pessoas idosas são mais propensas a sofrer de diversas doenças. Meu avô siberiano não foi exceção. Um estilo de vida saudável, a banha russa e banhos em buracos no gelo não o impediram de desenvolver uma condição terrível chamada apneia do sono. Como nos disseram no instituto do sono, o ronco alto é o primeiro sinal de uma doença iminente, o que ignoramos.
O vovô desenvolveu medo de dormir. Seu cérebro se recusava a ficar acordado. Nessa época, uma vizinha me deu uma gatinha. Apesar da pouca idade, Ellis logo entendeu a situação. Ela assumiu a responsabilidade de garantir o sono tranquilo do vovô. Claro que ela não o curou, mas lhe deu confiança na hora de dormir. Enrolada, ela monitorava atentamente sua respiração. Ao menor sinal de pausa, ela esfregava o focinho no rosto dele. O vovô acordava e sua respiração voltava ao normal.

A História do Gatinho
E, por fim, a trágica história de um gatinho pequeno e altruísta. Um amigo meu resgatou um gatinho faminto e tremendo de frio na rua. Era inverno, com temperaturas chegando a -25 graus Celsius. Em algumas semanas, o gatinho estava irreconhecível em comparação com o gatinho magro que fora um dia. Ele havia ganhado peso visivelmente, sua pelagem estava brilhante. Seu bom humor, agora bem alimentado, refletia seu recém-adquirido bem-estar. O gatinho se animou e fez amizade com o filho de quatro anos do dono. Mas, em uma noite terrível, o menino não estava com vontade de brincar. Meu amigo mediu sua temperatura e ficou horrorizado. Nenhum remédio para baixar a febre surtia efeito.
A ambulância não conseguiu chegar por causa do mau tempo (eles moram em uma área rural). A criança delirou e se debateu na cama a noite toda. A mãe ficou de vigília ao lado da cama da criança doente, e o gatinho permaneceu na cama. Na manhã seguinte, a febre havia diminuído, mas o gatinho... Tiveram que enterrá-lo no chão congelado. Os vizinhos disseram que ele havia absorvido muita "energia ruim" em seu corpo frágil. Assim, a pequena criatura retribuiu o abrigo que a família lhes ofereceu durante a fome, sacrificando-se.
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